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  • POVT - Ligação das Redes de Saneamento da Zona Central da Cidade de Vila Real de Santo António ao Sistema Interceptor de Manta Rota / Altura / Monte Gordo / Vila Real de Santo António 2.217.055,64 €
    Data: 23/02/2016
    Data Conclusão:


    Comparticipação População Afeta Locais afetos
    870.698,05 € 4.143 VRSA

     

  • POVT- Sistema Interceptor Pocinho / Caliço / Fonte Santa / Manta Rota 1.194.160,35 €
    Data: 23/02/2016
    Data Conclusão:


    Comparticipação População afeta Locais afetos
    468.979,25 € 840 corte, ribeira gafa, alagoinha, caliço, fonte santa, beco, corujeira
  • POVT - Ligação das Redes de Saneamento de Monte Gordo ao Sistema Interceptor de Monte Gordo+Sistema Interceptor de Monte Gordo 3.593.486,00 €
    Data: 23/02/2016
    Data Conclusão:


    Comparticipação População afeta Local afeto
    1.411.259,70 € 3.381 monte gordo
  • POVT - Sistema Interceptor Vila Nova de Cacela / Manta Rota + Ligação das Redes de Saneamento de Manta Rota ao Sistema Interceptor Vila Nova de Cacela / Manta Rota 1.870.606,03 €
    Data: 23/02/2016
    Data Conclusão:


    Comparticipado População afeta

    Locais afetos

    734.637,87 € 750 Manta Rota, Zona Sul da Lota

     

  • POVT - Sistema de Adução e Armazenamento de Água de Monte Gordo Monte Gordo 4.746.384,00 €
    Data: 23/02/2016
    Data Conclusão:


    Comparticipação População afeta Locais afetos
    3.512.247,46 € 573 Monte Gordo, Casas da Audiência

     

  • Conclusão da navigabilidade do rio Guadiana Vila Real de Santo António 600.000€
    -
    Data Conclusão: 20/11/2015


    Conclusão da navegabilidade do rio Guadiana entre VRSA e Alcoutim concretiza ambição histórica

     Os presidentes das Câmaras Municipais de Vila Real de Santo António e de Castro Marim, o presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve e o Secretário de Estado do Mar participaram na inauguração do Projeto de Navegabilidade do Rio Guadiana, entre Alcoutim e VRSA.

    A melhoria da navegabilidade do Guadiana representou um investimento de 600 mil euros e permitiu a implementação de um canal navegável com uma largura mínima de 30 metros e uma cota de serviço de 2 metros.

    Com esta intervenção, o rio passa a ser navegável, em segurança, 24 horas por dia, permitindo a circulação de embarcações com 70 metros de comprimento, 1,80 metros de calado e 1,20 metros de boca, o que corresponde às dimensões das marítimo-turísticas.

    Os trabalhos contemplaram o assinalamento marítimo de todo o canal e envolveram a colocação de uma centena de balizas, a instalação de 100 lanternas e 100 alvos, bem como a regularização dos fundos, o que obrigou à remoção de cerca de 5000 metros cúbicos de sedimentos. 

    De acordo com o secretário de Estado do Mar, Pedro do Ó Ramos, «depois de concluída a etapa entre VRSA e Alcoutim, será entregue, em dezembro, a candidatura para avançar com a navegabilidade até ao Pomarão», permitindo a criação de uma via marítima segura entre o Algarve e o Alentejo».

    A obra de navegabilidade do Guadiana dá seguimento à intervenção já concluída na barra, junto a VRSA. Avaliados em 850 mil euros, estes trabalhos devolveram uma profundidade mínima de 3,5 metros à foz do rio.

    A dragagem da barra incidiu numa zona de 1250 metros de comprimento por 60 metros de largura, tendo sido retirados cerca de 63 mil metros cúbicos de sedimentos do fundo do rio, que foram utilizados para realimentar as praias mais próximas da foz.

    A obra de navegabilidade do Guadiana foi financiada pelo Programa Europeu de Cooperação Transfronteiriça Espanha – Portugal (POCTEP), em Portugal conduzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, sendo 25 por cento do valor da responsabilidade do Estado Português.

  • Passadiço pedonal - Manta Rota Vila Nova de Cacela 307.125,32 €
    Data: 23/03/2015
    Data Conclusão: 30/06/2015


     Praia da Manta Rota vai ter o maior passadiço pedonal do Sotavento algarvio

     

    O concelho de Vila Real de Santo António vai ter o maior passadiço pedonal do Sotavento e um dos maiores da região do Algarve, ligando as praias da Manta Rota e da Lota, ao longo de cerca de dois quilómetros.

     A implantação desta estrutura pedonal em madeira (sobrelevada em mais de 1,2 quilómetros) irá unir a zona final do parque nascente da Manta Rota (junto aos campos de ténis) à passadeira da praia da Lota, de onde prosseguirá até à Ribeira do Álamo, na fronteira com o concelho de Castro Marim.

    A ponte permitirá também a ligação à já existente rede de passadeiras e passadiços da praia da Manta Rota, criando uma rota pedonal continua com mais de dois quilómetros sempre junto à linha de mar, com espetaculares vistas sobre o areal e apta à prática de Birdwatching.

    O percurso integra diversas zonas de lazer e descanso, contempla um prolongamento à zona nascente da Manta Rota e termina na foz da Ribeira do Álamo, junto ao areal. Em termos de mobilidade, irá interligar as duas zonas balneares sem necessidade de recorrer a viaturas motorizadas, otimizando as bolsas de estacionamento das praias.

    A nova estrutura encontra-se, neste momento, em fase de obra, devendo estar terminada até ao final de março. Foi utlizada na sua construção madeira de pinho tratada, de forma a possuir uma maior durabilidade e um perfeito enquadramento paisagístico com o local de implantação.

    A construção deste novo passadiço está orçamentada em 307.125,32 euros e é financiada a 70 por cento pelo PO Algarve21. A execução está a cargo da empresa Alberto Couto Alves, SA.

    Esta intervenção dá seguimento ao projeto de requalificação da praia da Manta Rota, iniciado pela Câmara Municipal de VRSA em 2005, no qual foram investidos mais de dois milhões de euros e transformou a praia numa referência em termos de acessibilidade e qualidade ambiental.

    Esta obra garantiu igualmente àquela zona balnear o galardão de Praia Mais Acessível, distinção que continuará a ser assegurada com este novo circuito ambientalmente sustentável.

  • Construção do Passadiço da Praia de Monte Gordo Monte Gordo 1 milhão de euros
    Data: 20/02/2017
    Data Conclusão: 14/07/2017


    O novo passadiço está orçamentado em um milhão de euros e será iluminado em toda a sua extensão, possuindo zonas de descanso, bem como um circuito pedonal e de lazer.

    Além do acesso ao areal, o equipamento garante, este Verão, o acesso a todos os apoios de praia existentes em Monte Gordo, que poderão funcionar normalmente até ao dia 15 de outubro.

    Após essa data, os concessionários terão até ao dia 8 de fevereiro de 2018 para demolir as antigas estruturas e proceder à construção das novas, que ficarão ao mesmo nível do passadiço e possuirão uma arquitetura uniformizada.

    O passadiço será comparticipado pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos e pela Agência Portuguesa do Ambiente, desonrando assim os empresários do pagamento desta verba.

  • Reabilitação do parque habitacional do município Vila Real de Santo António 2.500.000€
    Data: 10/11/2014
    Data Conclusão:


    Reabilitação do parque habitacional do município

     

    A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António completa, em 2016, um investimento superior a 2,5 milhões de euros em obras de requalificação dos bairros de habitação social do concelho e prepara-se para dar início a um novo projeto inovador de proximidade para aumentar ainda mais as respostas sociais do município.

     

    Atualmente, a autarquia encontra-se a efetuar intervenções no Bairro da Caixa, em VRSA, obra que inclui a reabilitação e a pintura de dezenas de edifícios.

    Simultaneamente, inicioua requalificação e impermeabilização das coberturas e fachadas do bairro da Manta Rota, na freguesia de Vila Nova de Cacela.

     Este conjunto de trabalhos soma-se às obras já efetuadas no Bairro 112 fogos, à entrada da cidade, que contemplaram a recuperação das fachadas e a pintura integral dos edifícios, bem como a consolidação das coberturas do Bairro 160 Fogos, em VRSA (ainda em curso).

     A esta lista acrescem as empreitadas do município no Bairro do Farol, cujos arranjos exteriores somam-se à intervenção de fundo desenvolvida pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), avaliada em 635 mil euros, bem como as múltiplas melhorias já levadas a cabo no bairro dos Navegantes, em Monte Gordo, onde foi executada a pintura interior dos espaços comuns dos quatro blocos e reparados diversos equipamentos nos espaços comuns e interiores.

     

  • Novas redes de água e saneamento Vila Real de Santo António 30.000.000,00 €
    -
    Data Conclusão: 01/09/2015


    Intervenção põe fim aos esgotos não tratados no Rio Guadiana

    e permite uma cobertura próxima dos 100 por cento em matéria de água e saneamento

     

    O secretário de Estado do Ambiente, Paulo Lemos, e o Secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Pedro Lomba, visitaram, esta quarta-feira, em Vila Real de Santo António, a maior obra jamais efetuada no concelho em matéria de abastecimento de água e saneamento básico, intervenção que permitiu acabar de vez com os esgotos não tratados no Rio Guadiana.

    Avaliados em 30 milhões de euros e executados ao abrigo do Programa Operacional Temático de Valorização do Território (POVT), os trabalhos puseram fim a uma rede obsoleta que misturava esgotos e águas pluviais e se encontrava subdimensionada face às necessidades atuais.

    Este conjunto de intervenções soma-se às já realizadas pelo executivo vila-realense desde 2005, cujo montante ultrapassa os 31 milhões de euros, o que totaliza um valor global superior a 61 milhões de euros em infraestruturas de água e saneamento.

    «Por outro lado, este esforço financeiro dá cumprimento às regras exigidas por Bruxelas em matéria de saneamento, corrigindo os erros do passado e evitando multas ao Estado Português».

     Ao nível do POVT, e em matéria de saneamento, foram construídas 17 novas estações elevatórias em todo o concelho e implementados 34 quilómetros de novas condutas de esgotos, modernizando uma rede antiquada que, em muitos casos, não se encontrava ligada aos sistemas intercetores e às Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR).

     Já no abastecimento, a obra permitiu a renovação de mais 33 quilómetros de tubagens de água e a construção de 4 novos reservatórios, diminuindo drasticamente as roturas e os episódios de falta de água que, no passado, se verificavam no verão.

     Simultaneamente, foi remodelada a maioria das tubagens de água do concelho, algumas com mais de 50 anos, e levada água canalizada a diversos pontos do interior do município que ainda não possuíam este serviço em pleno século XXI.

     Para o Secretário de Estado do Ambiente, Paulo Lemos, que elogiou a obra levada a cabo em VRSA, «este investimento permite não só o equilíbrio ambiental do país, mas cria também condições para o desenvolvimento turístico da região do Algarve».